Controle de qualidade só costuma virar pauta no pior momento, já percebe? Por exemplo, quando um bug chega à produção, o cliente reclama, o time corre contra o relógio e a marca entra em risco.
Nesses casos, o que era para ser uma entrega estratégica vira retrabalho, desgaste interno e explicações urgentes para a diretoria. Problemas como esses sinalizam que a qualidade está sendo tratada tarde demais.
E sabe o que é pior? Um bug em produção, por exemplo, pode custar até 100 vezes mais do que se identificado ainda na fase de projeto, quando ajustes são rápidos, baratos e invisíveis para o usuário final.
Pensando nisso, preparamos este conteúdo completo sobre controle de qualidade. Continue com a gente e veja:
- O que é Controle de Qualidade (QA) na prática?
- O que faz o Controle da Qualidade?
- Quais são os tipos de Controle de Qualidade?
- Quais são as ferramentas do Controle de Qualidade?
- Quais são os pilares da Qualidade?
- Qual o principal objetivo do Controle da Qualidade Total (TQM)?
- Como a Mosten transforma QA em crescimento sustentável?
O que é Controle de Qualidade (QA) na prática?
É um processo contínuo que garante a qualidade ao longo de todo o desenvolvimento. O foco é prevenir falhas, não apenas detectar erros. Logo, vai além de testes pontuais, já que integra requisitos, UX, arquitetura e deploy, o que impacta diretamente custos, prazos, reputação da marca e resultados financeiros.
Case da Zurich Seguros
Entender o funcionamento do Controle de Qualidade fica mais claro como exemplos, como no case da Zurich Seguros. Isso porque, em uma operação complexa, de alta criticidade e com impacto direto no cliente final, a Mosten atuou com mentoria e consultoria especializada para estruturar todo o processo de QA.
Assim, o cenário saiu de testes manuais e reativos para uma abordagem orientada a KPIs, métricas de qualidade e visibilidade ponta a ponta. O resultado foi mais previsibilidade, controle e confiança nas entregas.
O que faz o Controle da Qualidade?
Assegura que as entregas atendam aos requisitos de negócio, reduz riscos operacionais e mede a qualidade por meio de KPIs. Logo, um QA estruturado diminui incidentes em produção, evita retrabalho e aumenta a confiança nas entregas, atuando como camada de governança e não como um gargalo do processo.
Isto é, o QA atuação em situações comuns do dia a dia. Por exemplo, imagine lançar uma funcionalidade estratégica e, poucos dias depois, o suporte ser inundado por reclamações.
O time tende a entrar em modo emergência, prazos estourarem e a diretoria questionar o que deu errado. Por outro lado, um Controle da Qualidade estruturado antecipa esse cenário, corrige falhas antes do lançamento e impede que o cliente perceba o erro.
Quais são os tipos de Controle de Qualidade?
Os principais tipos de controle de qualidade variam conforme a etapa do processo:
- Controle de entrada – valida requisitos, insumos e informações antes da execução;
- Controle de processo – acompanha continuamente as atividades para identificar desvios;
- Controle de saída – garante que a entrega final esteja conforme o esperado;
- Controle contínuo – analisa KPIs e métricas para aprendizado e melhoria constante.
A maturidade do QA define o nível de previsibilidade, controle e confiança da operação.
Quais são as ferramentas do Controle de Qualidade?
As ferramentas do controle de qualidade permitem identificar, analisar e prevenir falhas:
- Diagrama de Ishikawa – analisa causas-raiz dos problemas;
- Diagrama de Pareto – prioriza falhas com maior impacto;
- Histograma – visualiza padrões e variações;
- Folha de verificação – organiza a coleta de dados;
- Diagrama de dispersão – identifica relação entre variáveis;
- Fluxograma – mapeia processos e gargalos;
- Cartas de controle – monitoram estabilidade;
- PDCA, 5W2H, ERPs e KPIs – conectam melhoria contínua, tecnologia e decisões orientadas a dados.
Quais são os pilares da Qualidade?
Os pilares da gestão da qualidade, conforme a ISO 9001 e o TQM, sustentam resultados consistentes:
- Foco no cliente – compreender expectativas e gerar valor contínuo;
- Liderança – alinhar pessoas, metas e cultura de qualidade;
- Engajamento das pessoas – envolver todos no compromisso com a qualidade;
- Abordagem por processos – integrar atividades para previsibilidade;
- Melhoria contínua – evoluir processos e produtos de forma constante;
- Decisão baseada em dados – usar indicadores para escolhas eficazes;
- Gestão de relacionamentos – fortalecer parcerias estratégicas.
Quer entender na prática como esses pilares evitam que a qualidade fique apenas no discurso? Pense novamente no case da Zurich Seguros. A Mosten ajudou a transformar a qualidade em rotina de gestão da seguinte maneira:
- líderes passaram a acompanhar indicadores;
- os times entenderam como seu trabalho impactava o cliente final;
- decisões deixaram de ser tomadas no “feeling”.
Essas ações resultaram em menos improviso, mais previsibilidade e entregas que geram confiança.
Qual o principal objetivo do Controle da Qualidade Total (TQM)?
É garantir qualidade consistente em todos os processos, como ao reduzir custos futuros e aumentar a satisfação do cliente. O TQM trata a qualidade como um processo contínuo, não como evento isolado ao proteger a reputação da empresa, fortalecer a confiança do mercado e permitir escalar operações com segurança e previsibilidade.
Como a Mosten transforma QA em crescimento sustentável?
Como você acompanhou, controle de qualidade não é custo, é proteção. Afinal, reduz gastos invisíveis, fortalece a marca e traz previsibilidade para decisões estratégicas. Isto é, quando o QA funciona, não há crise, retrabalho e nem desgaste.
Há quem enxergue desafios como obstáculos. Nós, da Mosten, vemos oportunidades de estruturar qualidade e reduzir riscos.
Então, quer estruturar o controle de qualidade da sua operação de forma estratégica? Fale com um especialista da Mosten e descubra como nossas soluções em consultoria, gestão de processos e tecnologia transformam QA em crescimento sustentável!